domingo, 17 de abril de 2011
we could close the curtains pretend like there's no world
...
Then we could pretend it all the time
...
jack johnson
Then we could pretend it all the time
...
jack johnson
sábado, 16 de abril de 2011
e se você não se importa, eu REALMENTE quero que tudo isso vá pelos ares
É nessas horas eu queria muito acreditar em algum deus... só pra poder culpá-lo por toda essa desgraça
Por que eu já não aguento mais levar a culpa de tudo, levar essa fardo pra frente...
Tento mudar, tento seguir em frente. Mas por mais que eu tente, e tente de novo, e mais uma vez...
BUM!
Por que eu já não aguento mais levar a culpa de tudo, levar essa fardo pra frente...
Tento mudar, tento seguir em frente. Mas por mais que eu tente, e tente de novo, e mais uma vez...
BUM!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
devolva meus pedaços quebrados
Apenas devolva-os para mim, por favor.
quero apenas ficar com meus pedaços quebrados.
meu sorriso talvez atrapalhe sua percepção.
agora, abra-me e então você verá
que sou uma galeria de corações partidos.
não foi a primeira vez.
nem a segunda.
mas foi a última.
agora eu só quero ficar bem.
quero apenas ficar com meus pedaços quebrados.
meu sorriso talvez atrapalhe sua percepção.
agora, abra-me e então você verá
que sou uma galeria de corações partidos.
não foi a primeira vez.
nem a segunda.
mas foi a última.
agora eu só quero ficar bem.
sábado, 9 de abril de 2011
É aula vaga na escola. Procuro no momento algo para fazer que seja, ao mesmo tempo, bacana e permitido. Sobraram-me, então, as letras. jack kerouac, ou melhor, o livro que ele escreveu já me forneceu a cota diária de bem-estar. Parto, então, para o mundo das criações. Sinto cheiro de crônica no ar...
Mas, mesmo em meio às coisas cronicáveis do dia a dia, nenhuma delas pôde cair no funil do lápis - sim, ainda uso o instrumento de madeira. talvez a hora não seja própria, é o que a gritaria inerente a uma sala de ensino médio insiste em tentar provar.
Teimosa, ainda não desisto. E nesse quê, quando alguma idéia começa a se encher na mente, recebe logo as alfinetadas dos gritos histéricos de alguns, que tomam minha atenção, pois rapidamente me viro para ver se é algo grave, se há algum coordenador ou militar à vista, se os céus estão caindo ou algo do gênero, mas sou novamente lembrada que são apenas gritos inerentes a uma sala de ensino médio... - nada mais -, com os quais já deveria ter me acostumado, ainda que seus porquês não merecessem tanto.
Faço, então, uma pequena prece ao superior:
- Olhai por essa filha tua, que tem as idéias e os papéis. Dá-lhe, por misericórdia, o que falta no momento: a bênção da sublime concentração...
E... Surpresa! A Professora irrompe na sala de aula. seu olhar de espanto e repreensão mostra que não fui a única a não poder fazer algo prazeroso. seria a nobre senhora também uma cronista em apuros?
E começa o sermão. Depois de levar meia dúzia de bordoadas verbais, a classe volta magicamente à calmaria dos dias em que todos eram estranhos uns aos outros.
E as idéias voltam a tomar corpo. ainda que me sinta culpada pelo esbregue matinal que o grupo em questão levou, agradeço, silenciosamente, por aquela visita ilustre. ao menos no pensamento, enfim a sós com as idéias. à crônica!
Mas, mesmo em meio às coisas cronicáveis do dia a dia, nenhuma delas pôde cair no funil do lápis - sim, ainda uso o instrumento de madeira. talvez a hora não seja própria, é o que a gritaria inerente a uma sala de ensino médio insiste em tentar provar.
Teimosa, ainda não desisto. E nesse quê, quando alguma idéia começa a se encher na mente, recebe logo as alfinetadas dos gritos histéricos de alguns, que tomam minha atenção, pois rapidamente me viro para ver se é algo grave, se há algum coordenador ou militar à vista, se os céus estão caindo ou algo do gênero, mas sou novamente lembrada que são apenas gritos inerentes a uma sala de ensino médio... - nada mais -, com os quais já deveria ter me acostumado, ainda que seus porquês não merecessem tanto.
Faço, então, uma pequena prece ao superior:
- Olhai por essa filha tua, que tem as idéias e os papéis. Dá-lhe, por misericórdia, o que falta no momento: a bênção da sublime concentração...
E... Surpresa! A Professora irrompe na sala de aula. seu olhar de espanto e repreensão mostra que não fui a única a não poder fazer algo prazeroso. seria a nobre senhora também uma cronista em apuros?
E começa o sermão. Depois de levar meia dúzia de bordoadas verbais, a classe volta magicamente à calmaria dos dias em que todos eram estranhos uns aos outros.
E as idéias voltam a tomar corpo. ainda que me sinta culpada pelo esbregue matinal que o grupo em questão levou, agradeço, silenciosamente, por aquela visita ilustre. ao menos no pensamento, enfim a sós com as idéias. à crônica!
sábado, 2 de abril de 2011
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